PF suspeita que avião que caiu com Eduardo Campos fazia parte de esquema de corrupção | Cenário do Tocantins, Notícias, Política, Economia, Agronegócio
Palmas-TO 12/12/2018
PF suspeita que avião que caiu com Eduardo Campos fazia parte de esquema de corrupção

 

21/06/2016 – A Polícia Federal (PF) suspeita que o avião utilizado pelo ex-candidato à presidente da República Eduardo Campos (PSB-PE), em 2014, fazia parte de um grande esquema de lavagem de dinheiro. Essa suspeita levou a PF a deflagrar nesta terça-feira a Operação Turbulência, com o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 600 milhões desde 2010.

A investigação começou a partir da análise de contas de empresas envolvidas na compra do avião utilizado por Campos, o Cessna Citation PR-AFA, que caiu em Santos, litoral de São Paulo, em agosto de 2014, provocando a morte do político.

A PF constatou que as empresas que movimentavam dinheiro eram de fachada, estavam em nome de laranjas e faziam transações entre si e com outras empresas fantasmas. Há suspeitas que parte do dinheiro que transitava nas contas servia para o pagamento de propina a políticos e para caixa dois de empreiteiras.

A Operação Turbulência envolve 200 policiais federais nas ruas para cumprir nesta terça-feira 60 mandados, sendo 33 de busca, 22 de condução coercitiva e cinco de prisões preventivas. Os mandados judiciais estão sendo cumpridos em 16 cidades pernambucanas, além de Goiás. A operação congelou contas e provocou sequestro bens dos suspeitos.

Os mandados judiciais estão sendo cumpridos em 16 localidades pernambucanas, além do Aeroporto de Guararapes. São eles: Boa Viagem, Imbiribeira, Cordeiro, Espinheiro, Alto Santa Terezinha, Ibura, Várzea, Pina no Recife; Piedade, Barra de Jangada, Muribeca e Prazeres em Jaboatão dos Guararapes; Pau Amarelo, em Paulista; além de Moreno, Lagoa de Itaenga, e Vitória de Santo Antão.

Até o momento, foram cumpridos quatro dos cinco mandados de prisão. Foram presos os empresários João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite, Apolo Santa Vieira e o advogado Arthur Roberto Lapa Rosal. Tanto os presos quanto os conduzidos coercitivamente serão levados para a sede da Polícia Federal, no Recife. Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. (Com informações Valor.com.br e Radio Jornal)



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Sérgio A. de Oliveira.
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