PF vai atrás de Eike Batista mas não o encontra. Esta no exterior | Cenário do Tocantins, Notícias, Política, Economia, Agronegócio
Palmas-TO 19/10/2019
PF vai atrás de Eike Batista mas não o encontra. Esta no exterior

 

Eike Batista está fora do país. Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016

Eike Batista está fora do país. Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal, com o apoio da Receita Federal, cumprem hoje (26) nove mandados de prisão preventiva contra acusados de lavagem de dinheiro no valor de cerca de US$ 100 milhões  (cerca de R$ 317 milhões). Entre os alvos da chamada Operação Eficiência está o empresário Eike Batista, que não foi localizado em sua casa.

A ação investiga um esquema de lavagem de dinheiro de contratos do governo do Estado do Rio na gestão do ex-governador Sérgio Cabral, que está preso no complexo de Gerincinó, em Bangu, desde novembro de 2016.

Um dos principais alvos da investigação e da busca da PF é o empresário Eike Batista, que não foi encontrado.

Segundo informações do advogado Fernando Martins, repassado ao jornal O Globo, o empresário está viajando para o exterior desde a última terça-feira (17).

Na ação o braço direito de Eike Batista, o vice-presidente de futebol do Flamengo, Flávio Godinho, também foi detido pela PF, acusado de ser um dos operadores do esquema, por meio da ocultação e lavagem de dinheiro das propinas.

A Operação Eficiência é uma segunda fase da Operação Calicute, um desmembramento da Lava-Jato no Rio de Janeiro. Ela foi baseada em dois acordos de colaboração, dos operadores de mercado financeiro Renato Hasson Chebar e Marcelo Hasson Chebar, que revelaram como funcionava o esquema de lavagem da propina cobrada por Cabral em todos os contratos do governo do estado. Os delatores reveleram, ainda, como era a participação de Eike Batista no repasse do dinheiro do suborno para o ex-governador.

De acordo com as informações, a PF cumpre, ainda, 22 mandados de busca e apreensão e quatro de condução coercitiva no Rio de Janeiro. A ação é um desdobramento da Operação Calicute, que prendeu no ano passado o ex-governador Sérgio Cabral.

Eles são acusados de lavagem de dinheiro desviado de obras públicas no Rio de Janeiro. Também são investigados pelos crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, além de organização criminosa. (Foto: Divulgação – Anton)

Matéria publicada em 26/01/2017



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