Temer está perdido e fala em aumentar tributos, mas não reduz gastos | Cenário do Tocantins, Notícias, Política, Economia, Agronegócio
Palmas-TO 19/10/2019
Temer está perdido e fala em aumentar tributos, mas não reduz gastos

 

Governo e equipe econômica perdidos. Não têm planejamento e não sabem o que fazer para arrecadar. Proposta: aumentar impostos

Governo e equipe econômica perdidos. Não têm planejamento e não sabem o que fazer para arrecadar. Proposta: aumentar impostos

O governo anunciou que irá aumentar tributos para cobrir rombo de mais de R$ 58,2 bilhões, visando cumprir a meta fiscal. Mais uma vez o governo deixa de fazer o seu papel como gestor e esbanja dinheiro com gastos, considerados surpefluos, como jantares oferecidos pelo presidente Michel Temer a deputados e senadores, cujo intuito é aprovar, a todo custo, matérias e reformas, que prejudicam o cidadão, o contribuinte e os futuros pensionistas e apontandos.

Ontem (22), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo de Oliveira, afirmaram que na terçafeira da semana que vem será anunciado o corte de gastos, mas já adiantou que não terá tanta redução assim, como o esperado pelo mercado.

Dyogo explicou que as despesas que são possíveis de serem cortadas são da ordem de R$ 120 bilhões, sendo que os investimentos representam R$ 37 bilhões. O maior temor do governo é que um corte muito grande gere uma paralisação da máquina, em especial dos investimentos, abortando a retomada em curso da atividade produtiva. Por outro lado, a equipe econômica recusa a alternativa de mudar a meta fiscal deste ano, de déficit primário de R$ 139 bilhões para o governo central.

Para reduzir o corte, o governo espera poder contar com decisões judiciais envolvendo três usinas hidrelétricas a serem devolvidas pela Cemig à União porque a concessão venceu. Há também uma disputa judicial envolvendo precatórios.

No entanto, nem Meirelles e nam Dyogo falaram sobre o que o governo irá fazer para receber o dinheiro sonegado pelas grandes empresas e nem mesmo se fará revisão das isenção de pagamentos e acordos com grandes empresas devedoras de tributos ao governo.

Ao invés de atuar nos grandes devedores e sonegadores dos tributos, a equipe econômica do governo faz prejeções com possíveis arrecadações oriundas de processos na justiça, que ainda dependem de decisões judiciais e esperar que os devedores e réus do governo nestas ações não entrem com recursos e nem recorram das decisões, o que demandaria mais tempo para que esse montante entre nos cofres públicos.

A expectativa de Meirelles é que todas essas decisões gerem uma receita que ainda será estimada, mas que pode ser de ao menos R$ 14 bilhões. Assim, explicou, essas decisões sozinhas podem levar o contingenciamento para algo entre R$ 42 bilhões e R$ 44 bilhões, sem considerar elevações de impostos. (Com informações do jornal Valor/Foto: Divulgação)

Matéria publicada em 23/03/2017



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