Vacina contra o vírus Zika poderá ser produzido no Brasil | Cenário do Tocantins, Notícias, Política, Economia, Agronegócio
Palmas-TO 12/12/2018
Vacina contra o vírus Zika poderá ser produzido no Brasil

 

Com o período chvoso, a proliferação do mosquito Aedes Aegypti transmissor da dengue

Com o período chvoso, a proliferação do mosquito Aedes Aegypti transmissor da dengue

13/01/16 – O Brasil já está pesquisando a vacina contra o vírus da Zika. Pelo  menos foi o que informou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, na segunda-feira (11). No entanto, o processo ainda deve demorar uns dois anos para que o estudo da criação e produção da vacina seja concluído.

O prazo será menor que o tempo para a elaboração da vacina contra a dengue, que demorou cerca de 20 anos para ser concluída e combina proteção contra quatro sorotipos do vírus. A vacina contra o Zika, que está relacionado à ocorrência de microcefalia, protegerá contra um.

“Estamos estudando, contactando, agindo. “Enquanto a vacina não vem, o importante é não deixar o mosquito [Aedes aegypti] nascer, porque quando ele nasce é um perigo ambulante”.

Castro citou um modelo de combate ao Aedes aegypti, vetor do vírus da dengue, da febre chikungunya e do virus Zika, usado no município de Água Branca, no Piauí, que, segundo ele, é “simples e eficiente”. Os agentes de saúde da cidade saem de casa em casa procurando focos do mosquito e colam selos vermelhos nas portas das residências onde são encontrados criadouros. As casas livres de Aedes aegypti recebem um selo verde.

“Aquilo fica exposto e todo mundo quer ter o selo verde. Foi uma mobilização muito grande na cidade e todo mundo fez o dever de casa para que, quando o agente voltasse, já tivesse tudo cumprido para receber o selo verde”, disse o ministro. Em 2015, o município piauiense registrou quatro casos de dengue. Em todo o Piauí, foram mais de 7,5 mil casos da doença.

Dengue
Segundo Castro, a Sanofi Pasteur, fabricante da Dengvaxia – primeira vacina contra a dengue registrada no Brasil – estima que cada dose deverá custar cerca de 20 euros. Para a total proteção contra a doença, serão necessárias três doses do imunizante. O valor oficial será estipulado pela Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos e só depois disso a vacina poderá ser vendida no país.

A distribuição dessa vacina na rede pública de saúde ainda será avaliada, segundo o ministro, que a considera “cara”. O governo aposta em um imunizante que está sendo desenvolvido pelo Instituto Butantã, que deverá custar um terço da Dengvaxia e proteger em apenas uma dose, mas ainda levará um ano para ficar pronto. (Agência Brasil/Foto: Divulgação)



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Sérgio A. de Oliveira.
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