Automóveis
Por Tiago da Silva Cândido · 7 de agosto de 2026
Foto: Marco Zanoli (Sidonius)/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
O seguro para motos de até 300 cilindradas deixou de ser produto de nicho.
Foto: Marco Zanoli (Sidonius)/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Com esse volume, seguradoras passaram a desenhar produtos específicos para essa faixa, inclusive fora das capitais.
A frota de motos no Brasil cresce em ritmo maior que a de automóveis, puxada por modelos de 125 a 300 cilindradas.
Há ainda planos parciais, populares entre motos de baixo valor, que cobrem apenas roubo e furto ou apenas terceiros.
Não é o caso de dizer que sejam boas ou ruins, e sim de entender que o produto é diferente e a proteção jurídica também.
Uso profissional costuma elevar o valor, porque a exposição ao risco é maior.
Foto: Marco Zanoli (Sidonius)/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Antes de fechar, pergunte onde a moto seria reparada, qual o prazo médio e se há reboque disponível na sua região.
Capacete certificado, pneus em bom estado, freios revisados e luzes funcionando reduzem risco real.
Depende do modelo, da cidade e do uso. Planos parciais, que cobrem apenas roubo e furto ou apenas terceiros, existem justamente para reduzir o custo mensal.
Foto: Marco Zanoli (Sidonius)/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Compare coberturas, leia a lista de exclusões e declare o uso real da moto.
A ampliação da oferta de seguro para motos de até 300 cilindradas dá mais poder de escolha a quem antes tinha pouca ou nenhuma opção, sobretudo fora das capitais.
Foto: Marco Zanoli (Sidonius)/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)